Amigos, nesta semana, iniciou-se um intenso debate, ou melhor, confronto mesmo, envolvendo racismo e homossexualidade. A entrevista do deputado Jair Bolssonaro, feita por Preta Gil, rendeu uma pergunta mal-intencionada, uma resposta estúpida, interpretações exageradas e acendeu o estopim de uma bomba que divide o país em classes, fomentando a luta entre elas (Karl Marx deve estar rindo em seu túmulo). O "neo-comunismo", não opõem operários e capitalistas e pobres e ricos; O "neo-comunismo" confronta negros x brancos, heterossexuais x gays e ambientalistas x defensores da economia de mercado. Aqueles que pensam que o socialismo/comunismo morreu com a queda do Muro de Berlim, se engana: ele está mais vivo, mais forte e mais presente do que nunca! As cotas raciais, estatutos anti-discriminatórios prolixos, leis e financiamento público e privado a grupos "Sociais" (por exemplo, os repasses do Ministério da Cultura para Movimentos Gays, doações da Fundação Ford ao MST) são exemplos da ascensão da esquerda em todo o mundo, principalmente na Europa e nos EUA.
Diante deste cenário triste, catastófrico e lamentável, deixo o link de uma espetacular entrevista do economista americano Walter Willians, negro, crítico ferrenho de políticas "afirmativas" e defensor do liberalismo econômico e social. Sua entrevista é uma espetacular aula de Economia Liberal e liberdade individuais. O vídeo, de 20 minutos, foi melhor do que qualquer aula que tive na faculdade em quatro anos. Para o srº Walter Willians, o preconceito é fruto ausência de liberdade econômica entre as camadas sociais pobres, e, na medida que o desenvolvimento econômico avança e a economia de mercado se consolida, o preconceito é reduzido. Suas afirmações são baseadas em uma comparação entre os EUA escravista e os EUA atual, onde alguns negros, descendentes de escravos, são mais ricos que príncipes e autoridades africanas. Segue o link, para estudo e reflexão: